quarta-feira, 29 de junho de 2016

ROB MORATTI - TRANSCENDENT



A aproximadamente uma década, graças ao "Professor" Luiz Azevedo, tive o prazer de conhecer o trabalho deste espetacular cantor canadense que pode ser considerado um dos grandes representantes do AOR, quando escutei pela primeira vez um álbum da banda Final Frontier. 

Apesar do talento, Moratti nunca conseguiu se tornar conhecido no mainstream mesmo contando em sua discografia com 18 trabalhos entre álbuns solo, bandas das quais faz ou fazia parte e participações em coletâneas ou tributos. Mais uma das grandes injustiças do mercado musical.

Eu me lembro que quando ouvi a música High Tension Wires fui surpreendido pelo timbre do vocalista e me interessei bastante pelo restante do trabalho que acabou grudando na cabeça na primeira audição.

E agora, quase dez anos depois, tenho novamente a grata surpresa de me deparar com seu último trabalho, o álbum solo Transcendent, que vem carregado de melodias e refrões grudentos que vão te prender na primeira audição.

É daqueles álbuns que você nem espera a primeira música acabar e vai logo para as seguintes para ter certeza de que a qualidade é a mesma. E após ter certeza, volta ao início para degustar calmamente cada uma das faixas, deixando-se levar pela excelente produção e mixagem em viagens musicais surpreendentes.

E o nosso amigo Rob recrutou outro monstro do Melodic Hard para fazer-lhe companhia nessa nova empreitada, ninguém menos que Torben Enevoldsen (Acaia Avenue, Section A, Fate) que comanda as guitarras, além de assumir os teclados em algumas faixas. Completam o time os competentes Fredrik Bergh (Street Talk, Bloodboud) nos teclados; Tony Franklin (um dos mais requisitados músicos de estúdio que já tocou com todo mundo que você imaginar, de Jimmy Page a Eros Ramazzotti) no baixo e Stu Reid, que participou do primeiro álbum de Moratti em 1996, na bateria.

O álbum acabou de sair do forno, foi lançado dia 24/06 e já rendeu bons reviews da crítica especializada. Eu também não fico atrás. Se fosse para dar nota apenas baseado na primeira audição o play receberia cinco estrelas fácil. Até porque procurei algumas faixas para indicar como destaque e confesso a vocês que não encontrei dada a coesão de todas elas. Então, faça o seguinte, não perca mais tempo lendo isso aqui e vá viajar na Transcendência de Rob Moratti.

MAS DEPOIS VOLTE PRA DIZER O QUE ACHOU...

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